MPF investiga fraude em empresas de limpeza e vigilância do DF

Ministério Público acatou denúncia contra grupos que teriam criado microempresas a fim de mudar enquadramento fiscal e pagar menos impostos


O Ministério Público Federal (MPF) investiga supostas fraudes cometidas por empresas de vigilância, limpeza e conservação em Brasília. O ato ilícito consiste na mudança de enquadramento tributário. Na prática, ao extrapolar o regime de lucro real ou presumido, esses grupos criam microempresas, registradas no Simples Nacional, com o objetivo de pagar menos impostos.
Neste mês, o MPF acatou denúncia anônima contra empresas sediadas no DF. O processo está nas mãos do procurador da República Francisco Guilherme Vollstedt Bastos, lotado no gabinete do 1º Ofício Criminal. Como as investigações correm em sigilo, o órgão disse não poder, neste momento, comentá-las. No entanto, a reportagem apurou que ao menos seis pessoas jurídicas estão na mira do Ministério Público Federal: Clean Service, Sollo, Qualifoco, Excelência Serviços, B2B e A Casa do Síndico.

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